Testemunhos

Considero-me um sortudo por ter escolhido fazer a licenciatura e posteriormente o mestrado em Engenharia Electrónica no IST. Dois factores foram preponderantes durante o meu percurso académico. O primeiro foi o IST que proporcionou condições excepcionais para o ensino de Engenharia Electrónica no campus do TagusPark, nomeadamente laboratórios novos e muito bem equipados. O outro factor e não menos importante foi o bom espírito académico que o curso tradicionalmente vive.Mesmo com algumas dificuldades que me obrigaram a ser trabalhador estudante durante dois anos, o companheirismo e a entre ajuda dos colegas foram fundamentais para ultrapassar todos os obstáculos, fazendo-me crescer como pessoa e como engenheiro electrónico.

 

Read more: Marco Pereira

Há alguns anos atrás nunca colocaria a hipótese de trabalhar no ramo das telecomunicações e, no entanto, é nessa área que me encontro empregado. Após várias entrevistas em consultoras e simultaneamente a terminar a tese de mestrado em Engª Electrónica, tive a sorte de ser chamado para uma entrevista na Nokia Siemens Networks (NSN), a conceituada empresa de telecomunicações móveis. Desde cedo me avisaram de que não procuravam um expert em telecomunicações, mas sim de um engenheiro, com as valências e capacidades que normalmente um engenheiro formado no IST tem: conhecimento, capacidade de trabalho, adaptação a novas circunstâncias, tenacidade, perseverança e inovação.

Read more: Pedro Xavier

Começando com uma breve apresentação, o meu nome é André Melo Coelho e finalizei o Mestrado em Engenharia Electrónica no IST em 2010. A minha carreira profissional começou bem no berço do IST, mais propriamente no Instituto de Telecomunicações onde também desenvolvi a minha tese de Mestrado. Após discutir a mesma e assim finalizar o curso, decidi juntamente com o meu orientador, Professor João Vaz, dar seguimento ao meu trabalho que era o desenvolvimento de RFICs (Radio Frequency Integrated Circuits). Após 6 meses e com a certeza que queria continuar a trabalhar na área das Telecomunicações, pensei que seria altura de procurar o meu lugar numa empresa do sector e a Ericsson tornou-se uma das minhas prioridades, pela referência que já era para mim. Tive o privilégio de ver a minha candidatura aceite e numa função pela qual tinha muita curiosidade por estar mais perto do negócio. Fui inserido na equipa de Commercial Management, onde o meu principal trabalho foi preparar propostas de negócio para as principais operadoras de Telecomunicações em Portugal (e.g. Vodafone, Optimus, Zon).

 

Read more: André Melo

Dia 14 de Novembro de 2011, foi esse o meu último dia no IST. Foi um capítulo longo, mas posso garantir-vos que valeu a pena. Nem sempre foi fácil e por vezes tive muita vontade de ir pelo caminho mais fácil ou seja, desistir. Nessas alturas agarrava-me a uma certeza, ter um canudo do IST é ter futuro. Sabia que não estava ali a fazer algo em vão ou a cumprir calendário, estava realmente a garantir esse futuro. Entrei no mercado de trabalho em plena crise económica mas mesmo assim e como muitos dos meus colegas do meu ano e de anos anteriores, arranjei trabalho facilmente. Acabei por não ir para muito longe. A bem da verdade atravessei a estrada para ir trabalhar para a Movensis, uma das muitas PMEs que se encontram no Taguspark. Devo ser honesto, pensei que seria um choque enorme começar a trabalhar, tal como foi o de vir para o IST, mas não foi. O facto é que o IST prepara-nos para o mercado de trabalho de uma forma excepcional sem que muitas das vezes nos consigamos dar conta disso. Nestes últimos meses tenho apercebido que mais do que electrónica, no IST aprendi a aprender, a contornar problemas e inventar soluções. E é isso mesmo o meu trabalho.

 

Read more: Ricardo Correia

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